Saiba o que é Performance Ratio (PR) e entenda a importância do monitoramento da usina solar para garantir o retorno do investimento do seu cliente.

Quando você entrega uma usina solar, o cliente tem apenas uma expectativa: que a economia prometida na proposta se concretize na conta de luz.
Para garantir essa satisfação, você, integrador, precisa dominar duas frentes: a financeira (analisando se os créditos estão batendo na fatura) e a técnica (analisando se a usina está gerando o que deveria).
É na parte técnica que surge um conceito fundamental para a engenharia: o Performance Ratio (PR). Embora no dia a dia o monitoramento de kWh e da fatura seja o seu "painel de controle" principal, entender o PR te ajuda a diagnosticar problemas complexos e a elevar seu nível técnico.
Neste artigo, vamos explicar o que é esse índice e como alinhar a teoria técnica com a prática do monitoramento de desempenho da usina solar.
O Performance Ratio (Taxa de Desempenho) é um indicador de qualidade. Ele representa a relação entre a energia que a usina realmente gerou e a energia que ela teoricamente poderia ter gerado, considerando a irradiação solar que recebeu.
Em termos simples: é a eficiência real do sistema descontando as perdas inevitáveis (como temperatura, cabos, sujeira e eficiência do inversor).
Para fins de engenharia e auditoria, a fórmula básica do PR é:

Se o resultado for, por exemplo, 80% (ou 0,80), significa que de toda a luz solar disponível que atingiu os painéis, o sistema conseguiu converter 80% em eletricidade útil, enquanto 20% se perdeu nos processos físicos naturais de conversão.
Aqui precisamos diferenciar a teoria da vida real do integrador de Geração Distribuída.
O cálculo exato do PR (norma IEC 61724) exige sensores de irradiação no local, também conhecidos como piranômetros, o que é inviável financeiramente para projetos residenciais.
Então, como você valida se a usina está performando bem sem esses sensores? Você foca no Comparativo de Geração (Realizado x Esperado) e no Resultado Financeiro.
É aqui que a teoria do PR encontra a prática do mercado:
Se a geração cair drasticamente sem motivo climático aparente, seu conhecimento sobre PR te ajuda a investigar causas técnicas (como soiling ou sombreamento). Mas o gatilho para essa análise vem do monitoramento diário da produção e da conta de luz.
Não adianta apenas saber a fórmula do PR se você não tem os dados na mão. O maior gargalo do integrador hoje é ter que entrar em múltiplos portais de fabricantes para ver o kWh e depois baixar a conta de luz no site da concessionária para ver o R$.
Para ter uma visão real de performance (aquela que importa para o bolso do cliente) você precisa cruzar esses dois dados.
Você não precisa de planilhas complexas para acompanhar o desempenho da sua carteira. O segredo da escalabilidade é a automação.
O SolarZ Monitoramento faz o trabalho pesado e manual para você: ele centraliza os dados de geração das usinas (conectando-se aos principais inversores do mercado) e busca automaticamente as faturas de energia.
Assim, você consegue visualizar em uma única tela se a performance técnica (kWh) e o resultado financeiro (R$) estão dentro do esperado, garantindo que seu pós-vendas seja proativo e eficiente.
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